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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Bradesco deve indenizar universitário que teve nome inscrito ilegalmente no SPC

O Banco Bradesco S/A foi condenado a pagar indenização de R$ 5 mil ao universitário J.M.P.G., que teve o nome inscrito indevidamente no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A decisão é do juiz Gerardo Magelo Facundo Junior, titular da 15ª Vara Cível de Fortaleza.

Segundo os autos (nº 0050173-66.2012.8.06.0001), em junho de 2012, J.M.P.G. foi impedido de obter cartão de crédito nas Lojas Riachuelo. O motivo era a inscrição do nome dele no SPC, decorrente da inadimplência de empréstimo junto ao Bradesco.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

8 em cada 10 inadimplentes conseguem quitar dívidas negociando com os bancos

Oito em cada dez consumidores inadimplentes (84%) conseguem quitar as dívidas quando negociam diretamente com os bancos, revela pesquisa encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (confederação de lojistas).

As informações foram obtidas em entrevistas com 1.238 pessoas das 27 capitais brasileiras entre os dias 24 de julho e 1º de agosto.

Os números indicam, segundo o SPC, que os bancos brasileiros estão mais dispostos a negociar dívidas com clientes de menor poder aquisitivo. Se antes a relação era inflexível, agora as instituições parecem querer ouvir propostas e renegociar, independentemente do perfil do correntista.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O fim de uma era: Consumo menor e calote fazem banco frear crédito



A maior cautela dos bancos privados na concessão de financiamentos - motivada pelos ainda elevados índices de inadimplência e pelas incertezas quanto à recuperação da economia - fez aumentar significativamente o volume de dinheiro no caixa das instituições. E, em vez de direcionar este montante ao crédito de pessoas e empresas, um enorme volume de recursos está sendo girado em aplicações de curto prazo entre os próprios bancos e o Banco Central. O enxugamento do dinheiro para crédito coincide com um momento de vendas fracas e queda no consumo.

Estudo da Austin Rating, com base nos balanços de 126 bancos, mostra que, enquanto o total das operações de crédito cresceu 16,4% no ano passado, totalizando R$ 2,23 trilhões, os recursos que os bancos tinham em operações de curto prazo, como aplicações interfinanceiras de liquidez (AIL) e em títulos

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Juros das instituições bancárias caem para o menor patamar desde o ano de 1999


                                               

As medidas do governo para baixar o preço do crédito no País, iniciadas em abril do ano passado, apresentaram resultados significativos no fechamento de 2012. As taxas de juros de crédito pessoal e cheque especial, atingiram, em novembro e dezembro, os menores índices da série histórica do Banco Central de Brasil (BCB), divulgada desde janeiro de 1999. Os empréstimos para pessoa física, ficaram em torno de 38% ao ano e, os juros do cheque, em 141,9% a.a. – contra 48,2% e 188% ao ano, respectivamente, no mesmo período de 2011.

Em janeiro de 2012, o crédito pessoal custava, no mínimo, 0,97% ao mês, hoje, as taxas começam em 0,83% a.m. Já o cheque especial, caiu da mínima

de 2,01%, para 1,83% ao mês. 

Um dos fatores que contribuíram para a queda, segundo o órgão, foi a acomodação dos índices de inadimplência. Em Mato Grosso do Sul, houve decréscimo no período, com o volume de pessoas físicas com débitos passando de 3,78% para 3,48%. A média do Estado é bem menor que a nacional. No País as operações com atraso superior a 90 dias ficaram em 5,8% no final de 2012. 








http://www.endividado.com.br/noticia_ler-35044,.html